31 de Outubro de 2008

 

 

 Vitória da razão: 185 países apoiaram a resolução cubana!
• Contundente repúdio na ONU a essa política genocida dos Estados Unidos • Só EUA, seu aliado, Israel e Palau votaram contra.

   

publicado por subterraneodaliberdade às 23:33

 

A Pior Opção

 

• Hoje li que a Reserva Federal dos Estados Unidos havia criado uma nova linha de créditos para os Bancos Centrais do México, Brasil, Coreia do Sul e Singapura.

 

   

Fonte: Granma

 

publicado por subterraneodaliberdade às 23:15

 

 

 

 

O lançamento do livro « Encontro do PCP sobre os direitos das mulheres» teve lugar em Lisboa e contou com a participação de Isabel Cruz, da Comissão do PCP para a Luta e Movimento das Mulheres,  Rui Mota, das Edições «Avante!», Catarina Pires, jornalista e Manuel Gusmão, escritor e membro do CC do PCP. Esta iniciativa resulta da edição em livro  daquele que foi um dos momentos mais recentes de discussão partidária sobre os direitos das mulheres.
 
 
 
 

 

publicado por subterraneodaliberdade às 13:33
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30 de Outubro de 2008

 

(Abro o aparelho de rádio e ouço a emissão de Moscovo,

muito abafado, por causa dos vizinhos.)

 

            A voz quente

            na boca desta mulher, húmida de bandeiras,

            entoa na rádio a apoteose do Futuro

            para além do letargo da lucidez dos dias...

 

            Mas tudo em redor

            nos brilhos concretos

            do cansaço da noite

            me insinua um futuro sem esplendor

            onde nunca se chega por estradas rectas,

            mas só por atalhos

            pardacentos de cardos e desvios

            a ocultarem-nos a beleza directa do Destino...

 
 
José Gomes Ferreira
    (1900-1985)   
In Invasão     

 

publicado por subterraneodaliberdade às 19:52
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29 de Outubro de 2008

 

 

Estes 85 momentos da história do PCP são também momentos inseparáveis da luta dos trabalhadores e do Povo Português. (...)

 

 

V Congresso do PCP

 

 

O V Congresso realizou-se de 8 a 15 de Setembro de 1957, na Casa dos Quatro Cedros, em São João do Estoril - Cascais. Vive-se, então, um tempo em que a acção da Oposição Democrática sofre, ainda, as consequências da recomposição temporária do regime fascista resultante da guerra-fria e da entrada de Portugal na NATO. Destacados dirigentes e militantes comunistas, como Álvaro Cunhal, estão na prisão; outros, como Militão Ribeiro, foram assassinados.

 

 

 

publicado por subterraneodaliberdade às 23:21
28 de Outubro de 2008

 

 

Conhecido como o "pai da montagem", Serguei Eisentein faz parte do primeiro movimento artístico ligado ao cinema, surgido na Russia nos anos 20.

As inovações deste cineasta genial são decisivas para a evolução do cinema até aos nossos dias: possui uma nova abordagem à encenação que lança os alicerces para o cinema de acção baseado nos efeitos especiais e cria uma linguagem para um meio que é novidade na sua época. É indiscutível a influência da sua arte no cinema feito posteriormente.

 

 

 

 

publicado por subterraneodaliberdade às 23:26
26 de Outubro de 2008

 
 
A crise financeira que abalou o capitalismo e afecta milhões de seres humanos, as reacções dos políticos responsáveis e as medidas aplicadas para estancar o colapso financeiro, levanta algumas questões que importa analisar e combater.
 
A concentração do capital e da riqueza (genes do capitalismo) concretiza-se, nos últimos anos, de forma galopante, impulsionada por políticas ao seu serviço, provocando enormes assimetrias sociais e aprofundando a exploração do homem pelo homem.   
 
No entanto, os capitalistas e os Estados ao seu serviço não dão sinais de recuo e alteração das políticas que tem provocado verdadeiros dramas económicos e sociais, reforçaram a sua característica neoliberal e neofascista:
 
O neoliberalismo tem como principal objectivo retirar todo tipo de obstáculos (legislativos, éticos, morais) que possam representar um entrave à finalidade única do capitalismo o lucro e a concentração de riqueza;
 
O neofascismo é o instrumento político para oprimir os povos que se manifestam e lutam contra a cavalgada capitalista, e reveste várias formas: a coação e intimidação individual; o silenciamento de partidos, sindicatos, associações e movimentos com opiniões contrárias; a guerra e embargos que impõe aos povos que não querem seguir a ordem que o capitalismo quer impor.
 
Esperar que o capitalismo recue ou definhe é um erro, que tem ser combatido por todos que defendem outro rumo, outra ordem e outro modelo social.
 
A UE que tem sido apresentada como um modelo económico, social e político alternativo ao imperialismo Norte-Americano não é mais do que o seu reforço e extensão no continente Europeu.
 
O aprofundamento das suas políticas neoliberais, federalistas e militaristas bem expressas no Tratado de Lisboa são a prova da sua opção de classe ao serviço dos grandes grupos financeiros e das multinacionais.
 
A forma pouco democrata de impor aos Europeus a "Constituição Europeia" posteriormente denominado "Tratado de Lisboa" é também um sério indício dos traços ideológicos dos líderes Europeus.
 
Pensar que a UE é uma alternativa ao imperialismo Norte-Americano é um erro, que tem de ser combatido por todos que defendem outro rumo, outra ordem e outro modelo social.
 
José Sócrates tem aproveitado a crise financeira, como aproveitou o deficit orçamental, para justificar a sua política de direita e os efeitos socioeconómicos negativos que tem provocado.
 
Ao afirmar "a visão liberal da ecónomia é uma visão que foi derrotada" (TSF 26-10-2008) José Sócrates pretende descolar a sua política do rótulo de política de direita. Mas quem não se lembra, há cerca de um ano, do seu ar vaidoso e da celebre frase "porreiro pá" quando era o ponta-de-lança da política liberal preconizada pelo Tratado de Lisboa.
 
A proposta do código do trabalho do PS com aspectos negativos para os trabalhadores, fragilizando-os ainda mais nas relações laborais - desregulamentação dos horários de trabalho, legalização da precariedade, perda de subsídios de turno e horas extraordinárias, ataque à contratação colectiva - é um exemplo inequívoco do liberalismo e da política de direita ao serviço do capitalismo.
 
A solução de instituir garantias à banca  apresentada pelos EUA e UE, e seguida pelo governo do partido socialista, no caso português são 20.000 milhões de euros, que os principais bancos portugueses já manifestaram a intenção de utilizar é outro exemplo inequívoco da política de direita ao serviço do capitalismo.
 
Quantos sectores produtivos  (têxtil, pescas, agricultura etc...) estão em crise sem uma única intervenção do governo socialista?
 
Quantos trabalhadores e reformados tem hoje dificuldades em pagar despesas essenciais: saúde, educação, habitação e mesmo o pão, sem que o governo socialista dê uma solução para travar a perda do poder de compra?
 
Pensar que a política preconizada por José Sócrates é diferente da política responsável pela crise internacional e que responde aos interesses do Povo Português é um erro, que tem de ser combatido por todos que defendem outro rumo, outra ordem e outro modelo social. 
 
A ruptura com a política liberal de direita defendida pelo Partido Comunista Português está nas mãos do Povo Português, porque pensar que o povo deixou de ser crível como agente histórico da transformação social é um erro, que tem de ser combatido por todos que defendem outro rumo, outra ordem e outro modelo social.  
 
 
publicado por subterraneodaliberdade às 21:40
16 de Outubro de 2008

 
 
Faz 26 anos que faleceu
Adriano Correia de Oliveira
 
"Há sempre alguém que resiste
Há sempre alguém que diz não"
 
 

 

 

                    Tejo que levas as águas

                    correndo de par em par

                    leva a cidade de mágoas

                    leva as mágoas para o mar

 

                    lava-a de crimes espantos

                    de roubos fomes terror

                    lava a cidade de quantos

                    do ódio fingem amor

 

 

                    leva as águas as grades

                    de aço e silêncio forjadas

                    deixa soltar-se a verdade

                    das bocas amordaçadas

 

                    leva bancos empresas

                    dos comedores de dinheiro

                    que dos salários de tristeza

                    arrecadam o lucro inteiro

 

 

 

 

                    leva palácios vivendas

                    casebres bairros de lata

                    leva negócios e rendas

                    que a uns farta e a outros mata

 

                     lava avenidas de vícios

                     vielas de amores venais

                     leva albergues hospícios

                     cadeias e hospitais

 

 

                      afoga empenhos favores

                      vãs glorias ocas palmas

                      leva o poder de uns senhores

                      que compras corpos e almas

 

                      das camas de amor comprado

                      desata abraços de lodo

                      rostos corpos destroçados

                      lava-as com sal e iodo.

 

                                                   Manuel da Fonseca

publicado por subterraneodaliberdade às 19:34
10 de Outubro de 2008

 
 
                   Vem, camarada, vem
                   Render-me neste sonho de beleza!
                   Vem olhar doutro modo a natureza
                   E cantá-la também!
 
                   Ergue o teu coração como ninguém;
                   Fala doutro luar, doutra pureza;
                   Tens outra humanidade, outra certeza:
                   Leva a chama da vida mais além!
 
                   Até onde podia, caminhei.
                   Vi a lama da terra que pisei
                   E cobri-la de versos e de espanto.
 
                   Mas, se o facho é maior na tua mão,
                   Vem, camarada irmão,
                   Erguer sobre os meus versos o teu canto.

 

 

 

 Miguel Torga
(1907-1995)

 

publicado por subterraneodaliberdade às 23:01
09 de Outubro de 2008

 
    
Faz hoje 41 anos que o capitalismo assassinou
Che Guevara
 
 

 

 

 

Já muito se disse sobre o comunista

Che Guevara

Por isso escreverei o que ele disse:

 

 

 

 

 

     "Não sou nem um cristo nem um filantropo. Sou completamente o contrário de um cristo e a filantropia parece-me nula em relação às coisas em que creio. Bater-me-ei com todas as armas ao meu alcance em vez de deixar-me pregar na cruz ou no que quiser."

 

     "A mulher é de uma importância extraordinária no processo revolucionário. Ela é capaz de realizar os trabalhos mais difíceis, de combater com os homens (...). Na rude vida de combatente, a mulher traz a qualidades próprias do seu sexo e pode trabalhar em pé de igualdade com os homens (...) com uma ternura superior à dos seus companheiros de armas. Ternura bem necessária nos momentos de sofrimento."

 

 

     "Não ergas hinos de vitória. No dia sem sol da batalha"

 

     "Não sou um libertador. As liberdades não existem. São os povos que se libertam a si próprios."

 

     "Devemos tornar-nos duros, sem nunca renunciamos à nossa ternura."

 

     "Deixem-me dizer-vos, com o risco de parecer ridículo, que o verdadeiro revolucionário é guiado por grandes sentimentos de amor. É impossível imaginar um revolucionário autêntico desprovido desta qualidade. Talvez isto seja um dos grandes dramas do dirigente político. Deve aliar a um espirito apaixonado uma inteligência fria e tomar decisões dolorosas sem que um só dos seus musculos se contraia.(...) Nestas condições, deve ter muita humanidade, um grande sentido da justiça e da verdade, para não cair num dogmatismo extremo, numa escolástica fria, para não se isolar das massas. É preciso lutar todos os dias para que este amor pela humanidade viva se transforme em factos concretos, em actos que tenham o valor de exemplo."

 

 

     "Quando chegar o momento, estarei disposto a dar a minha vida pela libertação de um qualquer país latino-americano, sem nada pedir a ninguém, sem explorar ninguém, sem nada exigir em troca..."

 

     "Como se pode falar-se de benefício mútuo quando se compram ao preço do mercado mundial as matérias-primas produzidas pelo suor e o sofrimento sem limites dos países pobres, e se compram ao preço do mercado mundial as máquinas fabricadas pelas grandes fábricas automatizadas modernas?"

 

 

 

     "Sinto novamente debaixo dos meus tacões as costelas de Rocinante. Retomo a estrada, com o meu escudo no braço (...).

acredito na luta armada como a única solução para os povos que querem libertar-se (...). muitos hão-de chamar-me aventureiro e sou-o, de facto, mas de um tipo diferente, daqueles que arriscam a pele para provar as suas verdades. Pode acontecer que desta vez seja a última. Não o procuro, mas está no capítulo lógico das probabilidades. Se for o caso, beijo-vos pela última vez..."

 

 

 

 

     "Che Guevara faz parte dos grandes mitos deste século; a sua vida é a história do homem mais perfeito da nossa época."
                                                Jean-Paul Satre
 

    

 
publicado por subterraneodaliberdade às 22:50
08 de Outubro de 2008

 
 
     Estes 85 momentos da história do PCP são também momentos inseparáveis da luta dos trabalhadores e do Povo Português (...).
 
 
IV Congresso do PCP (II Ilegal)
 
 
     Em Julho de 1946, realiza-se o IV Congresso do PCP (2º clandestino), na Lousã.
     Participam 41 delegados que elegem o Comité Central do Partido e discutem e aprovam os seguintes documentos: "O Caminho para o Derrubamento do Fascismo"; "Organização"; "Actividade Sindical"; "Movimento Nacional da Juventude" e "Auxílio às Vítimas do Fascismo".
     O IV Congresso efectua-se num momento alto das lutas da classe operária e de grandes progressos no desenvolvimento das organizações e das lutas unitárias - um "momento crucial da história do século xx" e um "dos períodos de mais força e influência do PCP na luta contra a ditadura". O Congresso define as linhas fundamentais da via para o derrubamento do fascismo, apontando o levantamento nacional contra a ditadura fascista como o caminho a seguir; reafirma a política do Partido para a unidade nacional antifascista; dá combate à "política de transição" - tendência «direitista e oportunista de um grupo de camaradas [...] que defendiam a ideia de que "o regime fascista se estava a decompor e a desagregar irremedialvelmente" e que a "queda da ditadura fascista resultaria em larga medida dum processo automático que as acções de massas poderiam quanto muito estimular e apressar"».
     No plano da organização e funcionamento do Partido, o IV Congresso aprofunda o processo de construção do conceito de trabalho colectivo, visto e entendido como «princípio básico essencial do estilo de trabalho do Partido»; define os princípios orgânicos do centralismo democrático que orientam a organização do Partido e virão a estar na base dos seus Estatutos.
 
 
     No relatório que apresenta sobre Organização, Álvaro Cunhal (Duarte) aponta para uma concepção de aplicação e desenvolvimento do centralismo democrático em que acrescenta aos «quatro elementos clássicos», os que decorriam da experiência e das lições específicas do PCP, assim imprimindo «características próprias e originais aos princípios orgânicos do PCP, à concepção do PCP relativa ao centralismo democrático» - e assim avançando para a construção inovadora do «partido leninista definido com a experiência própria».
     Pelo conteúdo de debate travado, pela riqueza das orientações e linhas de acção aprovadas, o IV Congresso constituiu um momento maior da história do PCP.
 
     «O fascismo foi derrotado na guerra. Não foi ainda derrotado na paz. A reacção mundial reagrupa-se e procura entravar a marcha da história. O fascismo salazarista encontra novos apoios, manobra com a demagogia, apoia-se na violência e entrincheira-se no poder. A grande tarefa que se coloca ante a nação portuguesa é o derrubamento do fascismo salazarista e a instauração duma ordem democrática que permite ao Povo escolher livremente o seu destino e a edificação de um Portugal Livre, Independente, Próspero e Feliz.»
          (In Informe Político)
 
     «Uma linha política justa que não seja levada à prática pouco vale. A classe operária necessita, a par de uma orientação política e táctica justas, de uma organização centralizada que consolide a unidade ideológica. A linha do Partido não pode ser levada à prática sem uma tal organização, sem um Partido com todas as características dum Partido leninista: um Partido guiada pelo centralismo democrática; um Partido com unidade de objectivo e de acção, incompatível com a existência de quaisquer grupos ou facções.»
          (In Informe sobre Organização) 
 
 
 
 
publicado por subterraneodaliberdade às 23:47
01 de Outubro de 2008

 
 

No dia 1 de Outubro de 1970 os dirigentes do Sindicato Nacional do Pessoal da Indústria de Lanifícios de Distrito de Lisboa, do Sindicato Nacional dos Caixeiros do Distrito de Lisboa, do Sindicato Nacional dos Empregados Bancários do Distrito de Lisboa e do Sindicato Nacional dos Técnicos e Operários Metalúrgicos e Metalomecânicos do Distrito de Lisboa convocaram a primeira reunião de Sindicatos, tinham como base a longa e grandiosa história dos trabalhadores portugueses na luta por uma sociedade mais justa e solidária.

 

Foi um caminho duro, caminhado com muita dor e coragem, resistência e protesto, paciência e firmeza por milhares e milhares de trabalhadores que com a sua luta afrontavam o patronato e o estado fascista e promoviam a dignidade dos trabalhadores.

 

Com o 25 de Abril, foram criadas condições que permitiu aos Sindicatos uma dinâmica nova tornando-os instrumentos indespensáveis para a construção da democracia.

 

Mas é num quadro em que o país assumira o modelo capitalista que se realiza de 27 a 30 de Janeiro de 1977, o “Congresso de Todos os Sindicatos” com a presença de 1147 delegados, em representação de 272 sindicatos, 13 federação e 17 uniões que a Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional (CGTP-IN) se consolida como a grande central unitária dos trabalhadores portugueses.

 

Consolida-se e desenvolve-se como uma Confederação insubmissa, procurando e incentivando a unidade na diversidade, agindo sempre de acordo com interesses dos trabalhadores.

Assim foi e assim é.

 

É exemplo actual dessa insubmissão: o desacordo, o protesto e a luta contra o Código do Trabalho promovido pelo Governo do PS e aprovado pelo PS.

 

Segundo a CGTP-IN o código do trabalho “desequilibra ainda mais a relação de forças entre empresas e trabalhadores, reforça o unilateralismo patronal e a dimensão individual da relação laboral, completa a subversão do princípio do tratamento mais favorável, liquida a contratação colectiva, aumenta a flexibilidade da organização do tempo de trabalho no exclusivo interesse das empresas, impedindo a concretização do princípio da conciliação entre vida profissional e vida pessoal e familiar, reduz os rendimentos dos trabalhadores no pressuposto de que «um modelo saudável de economia não pode passar pelas horas extraordinárias», escolhendo ignorar que o pagamento destas horas significa muitas vezes a diferença entre a miséria e uma vida minimamente digna para os trabalhadores que auferem os mais baixos salários da Europa, e promove novas formas de contratação precária.”

 

É exemplo actual dessa insubmissão: o apoio dado pelo Sindicato Têxtil do Minho e Trás-dos-Montes aos aperários têxteis barcelenses que enfrentam enormes dificuldades sócio-económicas e vivem verdadeiros dramas familiares.

 

Estou solidário com todos os Operários Têxteis e Trabalhadores em geral, e apoio as suas reinvindicações: O pagamento das indemnizações aos trabalhadores vítimas de despedimentos colectivos; Regularização dos salários e subsídios em atraso; Melhoria das condições de trabalho; Criação de emprego efectivo e o fim da precariedade; Aumento dos salários.

 

É sustentado no respeito pelo passado e presente de luta da CGTP-IN na defesa dos interesses dos trabalhadores.

É sustentado na confiança no futuro da CGTP-IN sempre ao lado dos trabalhadores.

É sustentado na certeza que a CGTP-IN tem um papel indespensável no desenvolvimento de uma sociedade democrática e moderna.

 

Que congratulo-me com os 38 anos de luta da CGTP. Parabéns.

 

publicado por subterraneodaliberdade às 22:40
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