24 de Janeiro de 2011

 

 Já está! Só falta um governo e o FMI. Diz a direita após a reeleição da cavacal figura.

Figura “honrosa” que venceu a infâmia com muitos “sacrifícios”. Andar no meio da populaça, distribuir beijinhos e abraços. Desinfecta! Álcool, muito álcool!

Não acham. Venceu à primeira!

Eu queria ver senão houvesse o apoio manipulador da comunicação do capital e de toda a direita, não se esqueçam do PS, o que seria de nós.

Vergonhoso! Infame! Mais-valias bolsistas, vivendas de luxo no Algarve com cavacal vizinhança, igualmente, “honrosa”. Campanha negra, foi o que foi. Fantasias!

A cavacal figura é o garante da estabilidade política necessária. Defendem.

A cavacal estabilidade necessária para a acumulação de riqueza e socialização da pobreza. Defendo eu.

Fantasias! Não. É que logo no dia a seguir à reeleição da cavacal figura, foi anunciado novos ataques aos trabalhadores.

As propostas do governo visam facilitar os despedimentos, reduzir as indemnizações e criar condições para os trabalhadores financiarem os seus próprios despedimentos confirmando as preocupações da CGTP-IN. É cavacal!

Está dado o mote para o que aí vem:

Redução ao mínimo dos direitos dos trabalhadores, alicerçada na cavacal ideia que é a retirar direitos que se defende os postos de trabalho;

Redução dos salários no sector privado a reboque da redução no sector público;

Potencialização da exploração, desemprego, degradação da qualidade de vida, pobreza;

Redução das reformas e dos apoios sociais;

Aumento de preço dos alimentos, da electricidade, da água, dos medicamentos, etc...;

Defesa da finança, da especulação e das multinacionais, em prejuízo do aparelho produtivo;

Retrocesso da economia;

Novos ataques ao serviço nacional de saúde e à escola pública;

Privatizações e perda de soberania nacional;

É isto que defende a cavacal figura e a cavacal direita, acólitos do capital. É isto que representa a reeleição da cavacal figura.

No entanto, os resultados eleitorais, também, demonstraram um descontentamento crescente do povo português, uma vontade de resistir, de dizer basta, de exigir uma nova política. Bem expresso na votação de Francisco Lopes, apesar da manipulação goebbelsiana da comunicação social, dos cavacais comentadores e da demagogia barata dos outros candidatos.

Como afirmou Francisco Lopes: “Avançamos e avançaremos com toda a confiança!

Continuaremos e intensificaremos a luta com os que em nós votaram e com os muitos que se nos virão a juntar para que viva Portugal!”

É o que aí vem.

publicado por subterraneodaliberdade às 23:11
21 de Janeiro de 2011

publicado por subterraneodaliberdade às 13:54
14 de Janeiro de 2011

 

 Contra-revolução em curso e a exigência social e política da reconstrução do Partido Comunista

Sara Milazzo*  :: 12.01.11

 
No momento em que o capital prossegue a sua ofensiva de classe contra os trabalhadores, em Itália os comunistas, os revolucionários encontram-se dispersos por organizações diversas, à volta de revistas e publicações. No entanto, como diz Doménico Losurdo nesta entrevista, “O modelo do Partido comunista elaborado por Lenine parece-me manter-se válido; evidentemente, é preciso ter em conta que o seu Que fazer? se referia à Rússia czarista e também, portanto, às condições de clandestinidade em que o partido era obrigado a funcionar. Em todo o caso, trata-se de construir um partido que não seja um partido de opinião e que não se caracterize pelo culto da personalidade, como foi o caso durante tanto tempo da Rifondazione Comunista. É preciso um partido capaz de construir um saber colectivo alternativo às manipulações da ideologia dominante, um partido que deve saber estar presente nos locais do conflito e deve saber também, quotidianamente, construir uma alternativa tanto no plano ideológico como no da organização política.”
 
Ler mais: Odiario
publicado por subterraneodaliberdade às 14:05
08 de Janeiro de 2011

Que trapalhada! Vai-se lá entender isto.

A cavacal figura que ganhou o prémio do português mais honesto (por sinal único concorrente) e nunca se engana e raramente tem dúvidas só se juntou a patifes e vígaros. Se não foi por engano, foi..., talvez, por estratégia. Digo eu.

 

No entanto, para remediar o caso, pediu ao divino com cunha do seu cardeal cerejeira, se era possível nascer a segunda vez. E foi-lhe dito: diz-me com quem andas dir-te-ei quem és. Ufa! Duas vezes! Uma já foi o diabo para os portugueses.

 

A alegre figura cheio de trapalhadas políticas, a fazer lembrar o Frei Tomás – olha para o que diz não olhes para o que faz –, com esta idade, foi se meter em trapalhadas publicitárias, com cheque vai, cheque vem. E atrapalhou-se tanto na explicação, que eu, por dúvida, fui ver se estava na minha conta. Azar. Questões de honestidade é com a cavacal figura.

 

Resumindo a trapalhada.

A cavacal figura reuniu e organizou a quadrilha, que por sua vez fez um dos maiores roubos da história da gatunagem portuguesa e a cavacal e alegre figuras, juntamente, com o Partido “Socialista” planearam a fuga que custou, até ver, aos portugueses cinco mil milhões de euros. E diz, muito bem, o povo: ao despois não há dinheiro para a buxa.

 

É por estas e por outras que a cavacal figura é o candidato de mão da direita, a alegre figura o candidato da esquerda “moderna” e “não sectária” e ambos do grande capital. Mas o que é isto de esquerda “moderna” e “não sectária”? Carece de explicação.

 

A esquerda “moderna” idealizada pelo capital, sempre pronta a fazer concessões, pois isso de conflitos de classes são tolices. O melhor é dar as mãos na paz do senhor, para no fim, no finzinho tudo ficar como estava. Bonito! Grande lição de modernidade e esperança para a humanidade.

 

A esquerda “não sectária” aberta a todas “as esquerdas”, com excepção dos comunistas, ou melhor, dos comunistas que não querem renunciar ao marxismo-leninismo e não querem abraçar a causa “moderna”, faz lembrar a “democracia” do grande capital quando perde eleições, organiza logo golpes de estado e boicotes económicos. Bonito! Grande lição de esquerda e esperança para os trabalhadores.

 

Mas chega de treta! Afinal quem queremos eleger no dia 23 de Janeiro?

 

A cavacal e alegre figuras que apadrinharam a revisão do código do trabalho, a socialização do roubo do BPN, os ataques feitos ao serviço nacional de saúde (SNS), à cultura, à educação, a destruição do sector produtivo, as privatizações que delapidam o Estado, a Europa das multinacionais que estrangula o povo, os orçamentos da ganância, os PEC do garrote, este orçamento que aprofundará o desemprego, as desigualdades sociais e o declínio económico. As figuras que representam este rumo, esta política sem futuro e esperança. Ao despois não há para a buxa.

 

O candidato Francisco Lopes que defende o aumento dos salários, o trabalho efectivo, o fim dos roubos e especulação financeira, o SNS público, a educação universal e gratuita, a produção nacional, a intervenção do estado em sectores estratégicos, a Europa das pessoas, do trabalho, das igualdades sociais e respeito pela soberania nacional, a recusa do orçamento de recessão e desemprego. Francisco Lopes representa outro rumo, outra política com futuro e esperança. Ao despois não há mama.

 

É por estas e por outras, que voto Francisco Lopes. Sabendo que não pode governar, é o único que representa o sinal político necessário que se exige nesta eleição. Aqueles que querem protestar contra esta política, não fiquem calados. Votem Francisco Lopes! Elejam um Presidente! Deixem-se de figuras e figurões.

publicado por subterraneodaliberdade às 22:43
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