08 de Fevereiro de 2011

 A sorte de Mubarak está lançada

 

 

A sorte de Mubarak está lançada e nem o apoio dos Estados Unidos poderá salvar seu governo. O Egito tem um povo inteligente, de gloriosa história, que deixou sua marca na civilização humana. "Do alto destas pirâmides, 40 séculos os contemplam", contam que exclamou Bonaparte em um momento de exaltação quando a revolução dos enciclopedistas o levou a esse extraordinário cruzamento de civilizações.

 

Ao finalizar a Segunda Guerra Mundial, o Egito estava sob a brilhante direção de Abdel Nasser, que junto a Jawaharlal Nehru, herdeiro de Mahatma Gandhi; Kwame Nkrumah e Ahmed Sékou Touré, líderes africanos e Sukarno, presidente da então recém-libertada Indonésia, criaram o Movimento dos Países Não-Alinhados e impulsionaram a luta pela independência das antigas colônias. Os povos do Sudeste Asiático e do Oriente Médio e da África — como Egito, Argélia, Síria, Líbano, Palestina, Saara Ocidental, Congo, Angola, Moçambique e outros — envolvidos na luta contra o colonialismo francês, inglês, belga e português com o respaldo dos Estados Unidos, lutavam pela independência com o apoio da União Soviética e da China.

 

A esse movimento aderiu Cuba, após o triunfo da nossa Revolução. Em 1956, Grã-Bretanha, França e Israel atacaram de surpresa o Egito, que havia nacionalizado o Canal de Suez. A audaciosa e solidária ação da União Soviética, que inclusive ameaçou com o emprego de seus foguetes estratégicos, paralisou os agressores.

 

A morte de Abdel Nasser, em 28 de setembro de 1970, significou um golpe irreparável para o Egito. Os Estados Unidos não pararam de conspirar contra o mundo árabe, que concentra as maiores reservas petroleiras do planeta. Não é preciso argumentar muito, basta ler os cabogramas do que inevitavelmente está ocorrendo.

 

Vejamos as notícias: 

 

publicado por subterraneodaliberdade às 22:59

 

 

 

Realizou-se, com êxito, às mais uma jornada de luta dos trabalhadores do Metropolitano de Lisboa, que encerrou toda a actividade da empresa até às 11h30. Uma luta realizada contra o roubo nos salários dos trabalhadores da Empresa
(desde a reduçao dos salários, à redução do valor hora no trabalho extraordinário e nocturno, ao corte de diversas outras cláusulas do Acordo de Eempresa, ao congelamento dos salários, das dioturnidades e progressões). Uma luta inserida na semana de luta dos trabalhadores dos transportes e comunicações, que continuará já na quarta com greves na Trantejo e Carris, na Quinta com greves no Sector Ferroviário e na Sexta com greves na Soflusa e empresas rodiviárias.

O deputado do PCP na Assembleia da República, Bruno Dias, expressou aos piquetes de greve a total e  activa solidariedade do PCP com a justa luta que travam.

 

 

Fonte: PCP

publicado por subterraneodaliberdade às 22:18
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