30 de Maio de 2011

publicado por subterraneodaliberdade às 13:40

A CDU a
crescer!

Sessão Pública em
Famalicão

 

Centenas de apoiantes estiveram
ontem na Sessão Pública da CDU, em Famalicão, em que intervieram o candidato
Carlos Azevedo, também eleito na Assembleia Municipal de Famalicão e o cabeça de
lista da CDU, Agostinho Lopes.

 

Depois de uma animada festa com o
Grupo Cantares da Terra, os candidatos subiram ao palco para relembrar a
necessidade e a importância do voto na CDU.

 

Carlos Azevedo, que foi eleito na
Assembleia de Freguesia de Vermoím, lembrou que “o que está em causa nestas
eleições é decidir entre os três PS, PSD e CDS que assinaram o acordo com a
Troika do FMI, UE e BCE, e que portanto têm o mesmo programa, defendem as mesmas
ideias e farão a mesma política, e do outro lado a CDU, a força protagonista de
um projecto alternativo, sustentado na recusa dessa submissão nacional que
representou a ingerência do FMI e da UE em Portugal, e na defesa da soberania
nacional”.

 

O cabeça de lista da CDU encerrou o
comício lembrando a obra que a CDU tem na defesa das populações de Famalicão.
“Foi a CDU” afirmou, “e não PS ou PSD que apresentou um Projecto de Resolução
sobre a VIM, e que depois o CDS veio a copiar. E que, em dois Orçamentos de
Estado propôs a sua requalificação, que os outro chumbaram. Foi a CDU que
defendeu a indústria têxtil, contra a abertura das fronteiras sem qualquer
controlo ou taxas aduaneiras. Foi a CDU que defendeu a co-geração, produção de
energia a partir da actividade industrial, que o PS queria eliminar, o que seria
desgraçado para as empresas, e designadamente as empresas do sector têxtil.”

 

Animado pelo apoio popular crescente
qO candidato da Coligação PCP-PEV lembrou ainda “o compromisso de defender a
construção da Variante Famalicão-Trofa, proposta já apresentada por diversas
vezes no Orçamento de Estado, mas sempre recusada pelo PS e PSD.”

 

O deputado da CDU desafiou os
presentes a questionarem-se sobre duas coisas essenciais. “A primeira é como é
que foi possível o país chegar a este estado. Depois de 50 mil milhões de fundos
da União Europeia, de 35 mil milhões de euros de privatizações, como é possível
estejamos nesta situação difícil a que chegamos?” E pediu para que as pessoas se
lembrem que nem todos estão em dificuldades. Que “Os bancos, os grandes grupos
económicos, os Belmiros de Azevedo e os Américos Amorins, e uns tantos outros,
esses estão bem. Acumularam riqueza e bem estar à custa da maioria.”

A segunda questão é a de saber “quem
são os responsáveis por esta situação. E devemos perguntar-nos se os que sempre
lutaram contra os baixos salários, contra o desemprego, contra os cortes nos
apoios sociais são responsáveis ou se são o PS, PSD e CDS que têm insistido
nessas políticas e caminhos”.

 

“Quando respondermos a estas
perguntas veremos que o que está em causa nestas eleições é castigar os
responsáveis e mudar de políticas. È que o País já não aguenta”, concluiu.

publicado por subterraneodaliberdade às 13:34
14 de Maio de 2011

Cerca de meia centena de activistas da CDU, entre os quais estavam alguns candidatos à Assembleia da República, participaram hoje de manhã numa acção de propaganda junto ao novo hospital de Braga. No momento da sua inauguração, a CDU realizou este protesto reafirmando a sua oposição à parceria público-privada que entregou ao Grupo Mello a Administração do Hospital. Aproveitou ainda para denunciar que esta privatização teve início pelas mãos do PSD e foi concretizada pelo PS, apontando assim, a estes partidos, a responsabilidade pela degradação do serviço prestado às populações e pela violação dos direitos dos trabalhadores.
A CDU  lembrou também a sua solidariedade com os 39 trabalhadores dispensados, entre os quais dois dirigentes sindicais, numa atitude de vingança pelo seu papel na luta contra a perda de vínculo público.

 

 

Foi esta a iniciativa da CDU na inauguração do novo hospital de Braga. Mas...

 

... A RTP deu a noticia com a seguinte frase: CDU contra um equipamento importante para a região de Braga.

 

A mentira, a desonestidade, a falta de integridade são mesmo as principais armas do capital e dos seus serventuários.

 

 

 

 

 

 

publicado por subterraneodaliberdade às 13:09
10 de Maio de 2011

 

 

Desmentindo a operação montada por PS, PSD e CDS, as medidas previstas são a maior agressão aos direitos do povo e aos interesses do país desde os tempos do fascismo. Trata-se de um programa ilegítimo de intervenção externa, construído para favorecer os grupos económicos e financeiros nacionais e estrangeiros, que aprofunda e desenvolve tudo o que foi rejeitado no PEC IV. Um ataque sem precedentes à soberania e independência, só possível pelo papel de abdicação dos interesses nacionais que PS, PSD e CDS estão a assumir.

Uma intervenção que, a concretizar-se, contribuiria para o agravamento da recessão económica, do desemprego e da pobreza – decorrente da quebra no investimento público, da redução dos salários e das pensões, do ataque às pequenas empresas – bem como para o agravamento da dependência externa. Uma intervenção e uma ingerência que o povo português não pode aceitar e que agravaria, a ser aplicada, todos os problemas nacionais, incluindo as condições para o pagamento da dívida externa.

Eis uma síntese de algumas das muitas medidas previstas.

Agravamento da exploração

- Facilitação e embaratecimento dos despedimentos, reduzindo a indemnização paga pelo patronato de 30 para 10 dias (por ano de trabalho) e alargando as possibilidades de despedimento por “justa causa”;

- Redução da duração máxima do subsídio de desemprego para um máximo de 18 meses e limitação do seu montante a 2,5 IAS, com redução sistemática do seu valor após seis meses;

- Flexibilização do horário de trabalho por via do “banco de horas”, redução do valor pago pelas horas extraordinárias;

- Ataque à contratação colectiva e ao papel dos sindicatos na negociação

 

Ataque aos rendimentos de trabalhadores e reformados

- Congelamento do salário mínimo nacional e desvalorização geral dos salários por via da alteração da legislação de trabalho e do subsídio de desemprego;

- Diminuição real de todas as pensões e reformas durante três anos, incluindo as pensões mínimas, e corte das de valor superior a 1500 euros;

- Aumento do IVA, designadamente nas taxas de bens e serviços essenciais, e de outros impostos indirectos;

- Aumento do IRS por via da redução/eliminação de deduções ficais (saúde, educação, habitação), incluindo o agravamento da tributação das reformas e pensões e introdução do pagamento de imposto sobre rendimentos de apoios sociais;

- Eliminação das isenções de IMI nos primeiros anos após a compra da casa, a par do aumento dos valores matriciais de referência e das taxas aplicadas;

- Aumento dos preços de energia eléctrica e do gás, por via da sua liberalização e do agravamento do IVA;

- Aumento do valor das rendas e facilitação dos despejos;

- Continuação dos cortes nas prestações sociais;

- Agravamento significativo das taxas moderadoras, diminuição das comparticipações dos medicamentos;

 

Ataque aos trabalhadores e às funções do Estado

- Cortes significativos na saúde, educação, justiça, administração local e regional;

- Encerramento e concentração de serviços (hospitais, centros de saúde, escolas, tribunais, finanças e outros serviços da administração central e regional);

- Congelamento durante três anos dos salários dos trabalhadores da administração pública; redução de dezenas de milhares de postos de trabalho na administração pública;

- Eliminação de freguesias e municípios em número significativo, afastando vastas zonas do território e largas camadas da população de serviços essenciais;

 

Privatizações

- Privatizações – aceleração da entrega de empresas e participações estratégicas ao capital privado;

- Já em 2011 privatização da participação do Estado na EDP, da REN e da TAP;

- Alienação dos direitos especiais do Estado (“golden shares”) em empresas estratégicas como a PT;

- Privatização da Caixa Geral de Depósitos no seu ramo segurador (mais de 30% da actividade financeira do grupo), bem como de outros sectores de actividade, designadamente no estrangeiro;

- Extensão do processo de privatizações às empresas municipais e regionais;

- Ofensiva contra o sector público de transportes de passageiros e mercadorias, designadamente com a privatização da ANA, CP Carga, Linhas ferroviárias suburbanas, gestão portuária, etc.;

- Venda generalizada de património público;

- Transferência para o sector privado, por via do encerramento e degradação de serviços públicos, de vastas áreas de intervenção até aqui asseguradas pelo Estado;

 

Mais apoios à banca e grupos económicos

- Banca e grupos económicos isentos de qualquer medida de penalização;

- Transferências de 12 mil milhões de euros para a banca, acrescida de garantias estatais no valor de 35 mil milhões de euros;

- Consumação da assunção pelo Estado dos prejuízos da gestão fraudulenta do BPN, através da sua privatização até Julho de 2011, sem preço mínimo e liberta de qualquer ónus para o comprador;

 

Fonte: CDU

publicado por subterraneodaliberdade às 22:47
01 de Maio de 2011

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por subterraneodaliberdade às 17:08
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