14 de Junho de 2011

 

 

  

NATO arrasta Portugal na deriva militarista

 

Uma reunião de alto nível da NATO acontece, com prometidas implicações para o nosso país, contudo as notícias são escassas e disfarçadamente procuram iludir as suas graves consequências. Os políticos e os órgãos de comunicação ao serviço dos partidos burgueses sabem e fazem como de costume. Falar muito acerca de nada, e dizem meia verdade acerca do que realmente importa.

Passado meio ano sobre a cimeira de Lisboa, no quadro de declaradamente mais ambiciosa e agressiva estratégia global, o conselho de ministros da NATO reuniu dias 8 e 9 de Junho na sede em Bruxelas para decidir sobre reformas na sua estrutura de comando.
A agenda daquele conselho de ministros testemunha a vocação imperial dessa “aliança”. Aí foram avaliadas as situações militares das guerras no Afeganistão, Iraque e Líbia, de que os EUA e seus aliados são promotores e parte; a situação na Coreia e o posicionamento assertivo da China no Mar da China e nas rotas marítimas do Oriente; as relações com a Rússia, a proliferação nuclear e a defesa balística anti-míssil na Europa (“a guerra das estrelas”).

A NATO procedeu a reforma da sua estrutura de comando estratégico e operacional, tendo em particular anunciado a decisão de transferir para Portugal o “comando operacional” da Força Marítima de Reacção Rápida ‘Strikfornato’, até agora sedeado em Nápoles. Este ‘comando operacional’ abarca a Sexta Esquadra dos Estados Unidos da América e forças navais de outros estados membros. O comando desta Força é assumido pelo próprio comandante da Sexta Esquadra, e reporta directamente com o Comandante Supremo das Forças Aliadas ‘SACEUR’ em Bruxelas.

 

 

Fonte: Odiario

 

publicado por subterraneodaliberdade às 22:29

 

 

No encontro hoje realizado com o Presidente da República, no âmbito da consulta aos partidos políticos no seguimento das últimas eleições legislativas, o PCP expressou a sua reiterada oposição ao programa de submissão e agressão que o Primeiro Ministro e o governo que tomará posse querem impor ao povo e ao país.

 

A delegação do PCP, composta pelo Secretário-geral do PCP Jerónimo de Sousa, Bernardino Soares e Luísa Araújo, membros da Comissão Política e do Secretariado do Comité Central do PCP respectivamente, reafirmou ainda, face à gravidade da situação do país, a necessidade de uma outra política que, em ruptura com o actual rumo de desastre, melhore as condições de vida da população, valorize os salários e os direitos dos trabalhadores, promova a renegociação da dívida pública, defenda a produção nacional, imponha uma mais justa distribuição da riqueza, defenda os serviços públicos, garanta a independência e a soberania nacionais.

O PCP expressou ainda a sua inquietação e preocupação face ao coro de vozes que identificam a Constituição da República Portuguesa como um obstáculo ao prosseguimento da ofensiva contra os trabalhadores, o povo e o país, exigindo-se do Presidente da República que respeite e faça respeitar a Constituição que jurou cumprir.

 

 

Fonte: PCP

 

publicado por subterraneodaliberdade às 22:17
tags:
pesquisar neste blog
 
Junho 2011
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
12
17
arquivos
Nota Subterrânea
Os artigos públicados da autoria de terceiros não significa que o subterrâneo concorde na integra. Significa que são merecedores de reflexão.
links
blogs SAPO