16 de Junho de 2011

 
publicado por subterraneodaliberdade às 21:09
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CUBA, 19 de mayo de 2011.-Renato García, presidente del Consejo Regional para América Latina de Ingeniería Biomédica, afirmó hoy que Cuba exhibe importantes resultados en el empleo de la tecnología para beneficio de la salud de la población.

 

El experto brasileño, quien participa en el V Congreso Latinoamericano de Ingeniería Biomédica, con sede en el Palacio de Convenciones de La Habana, explicó que la Isla en referente y sus experiencias en ese campo pueden extenderse a otras naciones.

 

A pesar del bloqueo que le impone EE.UU. a Cuba, el cual limita o impide el acceso a tecnologías de avanzada, sobresalen la dedicación, el esfuerzo y la capacidad que poseen los recursos humanos en la Ínsula, significó el especialista.

 

Es realmente impresionante el sistema sanitario y la cobertura que ofrecen, no sólo al pueblo cubano, sino también a otros de América Latina y demás regiones del mundo, remarcó..

 

Se mostró optimista por la realización del congreso, que reúne hasta mañana a 550 delegados de más de 30 países y permitirá potenciar los resultados, con el fin de mejorar el uso de tecnologías en el área médica en beneficio de la salud de las poblaciones.

 

El Consejo Regional para América Latina de Ingeniería Biomédica está representado por unos 15 países, entre ellos Argentina, Brasil, Cuba, México, Colombia, Costa Rica, Chile y Uruguay.

 

García resaltó que un proyecto conjunto entre Brasil y la Mayor de las Antillas, ha permitido conocer el trabajo y esfuerzo de los cubanos en el desarrollo de la bioingeniería.

 

Fonte: Cuba Vs Bloqueio

publicado por subterraneodaliberdade às 20:54

 

 

 

Vidas na Clandestinidade
Cristina Nogueira

 

«Procuramos neste livro caracterizar a clandestinidade comunista, enquanto contexto de vida e de luta, e descobrir as normas de conduta, regras, códigos éticos e morais, e até a linguagem particular que os clandestinos assumiam. Pretendemos assim equacionar a cultura própria que emana da clandestinidade comunista, caracterizando não tanto a organização partidária numa perspectiva macro-estrutural, mas lançando um olhar para o quotidiano da vida clandestina, usando como fonte privilegiada de informação as vozes daqueles que permaneceram clandestinos e que nos forneceram as suas narrativas biográficas.»

 

 

Excertos

 

"Eu quando passei à clandestinidade assumi o risco da clandestinidade, e com tudo aquilo que implicava essa assunção, podia ser preso, podia ser torturado, podia ser torturado até à morte, podia estar uma data de anos na cadeia, e portanto, isso era uma assunção que tínhamos, não por grande obreirismo ou por valentia, era uma questão de consciência. Nós tínhamos as qualidades que têm as pessoas normais, a coragem, a firmeza de carácter, etc., etc., tínhamos outra coisa mais que era a consciência que vem com a luta, mas de qualquer forma daqui não levavam nada, e portanto esta era a solução." (António Dias Lourenço)

 

"[Viver na clandestinidade] é a gente esquecer-se da família, no bom sentido. Não podia telefonar, não podia escrever, não podia nada, não podia ter encontros, não podia ter nada. Os meus irmãos, muitas vezes, os dois eram seguidos pela PIDE, quando saíam da terra por qualquer motivo, iam atrás deles, e eles percebiam, mas eles não iam ter comigo, nem nada. Só em casos muito, muito, muito excepcionais é que havia um encontro de um clandestino com um familiar. Casos muitos excepcionais. Por exemplo, morreu-me o meu pai e eu só soube uns 4 ou 5 meses depois, estava em Leça da Palmeira, quando o meu pai morreu em 59, princípios de 59, e os tipos aqui, quando foi o funeral do meu pai  veio uma brigada da PIDE de Lisboa e tudo, à espera que eu fosse lá, os tipos meteram na cabeça que eu podia ir ao funeral e eu nem sabia, quanto mais vir." (João Honrado)

 

publicado por subterraneodaliberdade às 14:00
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