22 de Junho de 2016

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Sobre notícias veiculadas, que não correspondem à verdade, de que o PCP terá dado o aval ao plano de recapitalização da CGD da responsabilidade do governo, esclarece-se o seguinte:

 

 

 

1 - Tal como foi afirmado em conferência de imprensa no passado dia 17 de

Junho, o PCP não só rejeita a privatização do banco público defendida pelo

PSD e CDS, como rejeita as chantagens e pressões da União Europeia e do

BCE que, a pretexto de recapitalização, querem impor um processo de

reestruturação que signifique privatização de novas áreas, despedimentos,

enfraquecimento e descaracterização da CGD.

 

2 - A recapitalização e desenvolvimento da Caixa Geral de Depósitos ao

serviço do povo e do País corresponde a uma necessidade estratégica que não

pode nem deve ser alienada. No entanto, qualquer iniciativa de reestruturação

que a pretexto da necessária recapitalização da CGD, aponte para privatização

parcial, despedimentos e desvalorização do papel do banco público, pondo em

causa as condições necessárias e indispensáveis para que a CGD possa

exercer em plenitude o seu papel enquanto instrumento insubstituível numa

política de crédito, captação de poupanças e financiamento da economia,

integrados numa política soberana de desenvolvimento económico e social do

País, não terá o acordo do PCP.

 

22.06.2016

O Gabinete de Imprensa do PCP

publicado por subterraneodaliberdade às 13:57
09 de Junho de 2016

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O atraso no pagamento dos vencimentos dos trabalhadores da EMEC, resultado do chumbo da proposta de nomeação dos vogais da administração da empresa municipal pelos vereadores do PS sem pelouros, é um claro sinal da fragilidade da governação da Câmara Municipal de Barcelos.

 

Fragilidade que resulta de uma série de atitudes precipitadas e irresponsáveis dos eleitos do PS – Presidente da Câmara e Vereadores – que põe em causa o normal cumprimento do mandato.

O PS, através dos seus eleitos no executivo, transferiu as divergências partidárias, com querelas pessoais à mistura, para o seio do Município num total desrespeito pelos eleitores e por todos os Barcelenses.

 

A situação governativa preocupa o Partido Comunista Português pois poderá pôr em causa decisões políticas importantes para o futuro do concelho, nomeadamente, a resolução do contrato de concessão de distribuição de água e saneamento.

 

A instabilidade governativa é mais um elemento negativo de um mandato sem estratégia política para o desenvolvimento económico e social do concelho, que não cumpriu as promessas eleitorais e não correspondeu às aspirações e necessidades dos Barcelenses.

 

O Partido Comunista Português estará sempre atento ao desenvolvimento dos acontecimentos que poderão pôr em causa os interesses dos barcelenses, responsabiliza o PS pela instabilidade governativa, exige à Câmara Municipal responsabilidade e decisões políticas que sirvam a vontade popular e garantimos a luta determinada e coerente do PCP pelo desenvolvimento político, económico, social e cultural do concelho de Barcelos.

 

Barcelos, 6 de Junho de 2016

 

Comissão de Concelhia de Barcelos

Partido Comunista Português

 

publicado por subterraneodaliberdade às 13:39
08 de Junho de 2016

Bandeira.pngChegou ao Grupo Parlamentar a informação que o serviço de tesouraria da segurança social de Barcelos encerra durante o almoço, sendo que esta medida vai vigorar entre os meses de maioe final de setembro do corrente ano. Soubemos que tal decorre do facto de haver escassez de funcionários a que a acresce o facto de um funcionário estar de baixa médica prolongada.


A falta de funcionários não se cinge ao serviço de tesouraria, segundo as informações que nos chegaram é extensiva à generalidade dos serviços, sendo recorrente o não atendimento de utentes por incapacidade dos serviços responderem ao número de utentes que recorrem ao serviço descentralizado da segurança social de Barcelos.


Assim, ao abrigo das disposições legais e regimentais em vigor, venho solicitar ao Governo, através do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, que me informe do seguinte:


1- Tem o Governo conhecimento da situação acima relatada?


2 – Reconhece o Governo que esta situação tem sérias e lesivas consequências para os utentes da segurança social e para os trabalhadores que ali exercem funções, na medida a que obriga a uma maior sobrecarga de trabalho?


4 – Que medidas vai o Governo tomar para reforçar o serviço descentralizado da segurança social de Barcelos, designadamente através da contratação de profissionais?


Palácio de São Bento, quarta-feira, 8 de Junho de 2016
Deputado(a)s
CARLA CRUZ(PCP)

 

publicado por subterraneodaliberdade às 19:11
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