20 de Junho de 2011

 

AS MENTIRAS E AS INCÓGNITAS NA MORTE DE BIN LADEN

 

Os homens que executaram Bin Laden não agiram por sua conta: cumpriam ordens do governo dos Estados Unidos. Tinham sido rigorosamente selecionados e treinados para missões especiais. Sabe-se que o Presidente dos Estados Unidos pode, inclusive, comunicar-se com um soldado em combate.

Horas depois de realizar a ação na cidade paquistanesa de Abbottabad, sede da mais prestigiosa academia militar desse país e importantes unidades de combate, a Casa Branca ofereceu à opinião mundial uma versão cuidadosamente elaborada sobre a morte do chefe de Al-Qaeda, Osama Bin Laden.

Como é lógico, a atenção do mundo e da imprensa internacional se focaram no tema, deslocando as outras notícias do âmbito público.

As cadeias de televisão norte-americanas divulgaram o discurso esmeradamente elaborado do Presidente, e mostraram imagens da reação pública.

Era óbvio que o mundo se apercebia da delicadeza do assunto, visto que o Paquistão é um país de 171 milhões 841 mil habitantes -[onde os Estados Unidos e a NATO levam a cabo uma devastadora guerra que dura já dez anos]- possuidor de armamento nuclear e tradicional aliado dos Estados Unidos.

Sem dúvidas, o país muçulmano não pode concordar com a sangrenta guerra que os Estados Unidos e seus aliados realizam contra o Afeganistão, outro país muçulmano com o qual partilha a complicada e montanhosa fronteira traçada pelo império colonial inglês, onde tribos comuns moram a ambos os lados da linha divisória.

A própria imprensa dos Estados Unidos compreendeu que o Presidente ocultava quase tudo.

As agências de notícias ocidentais: ANSA, AFP, AP, Reuters e EFE, a imprensa escrita e importantes sítios Web refletem interessantes informações sobre o fato. 

 

 

Fonte: Portal Cuba

publicado por subterraneodaliberdade às 23:14
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